quarta-feira, 29 de agosto de 2012

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Leitura recomendada

 

A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón, escritor espanhol que vive em Los Angeles desde 1993, onde passou alguns anos escrevendo roteiros enquanto desenvolvia sua carreira como escritor.

Um livro fantástico, de leitura extremamente agradável – li, durante imageas férias de julho, suas 464 páginas em cinco dias.

Dele extraí algumas citações, que transcrevo a seguir.




Para informações mais detalhadas, consulte http://natrilhadoslivros.blogspot.com.br/2010/09/sombra-do-vento.html 


  • “Cada livro, cada volume que você vê, tem alma. A alma de quem o escreveu, a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”
  • “Nunca confie em ninguém, especialmente em relação às pessoas que você admira. Serão essas que irão desfechar os piores golpes.”
  • “Presentes são dados pelo prazer de quem presenteia, não pelo mérito de quem recebe.”
  • “Nós existimos enquanto alguém se lembra de nós.”
  • “As palavras com que envenenamos o coração de um filho, por mesquinharia ou ignorância, ficam guardadas na memória e mais cedo ou mais tarde lhe queimam a alma.”
  • “Alguém disse uma vez que na hora em que se pára para pensar se gosta de alguém, já se deixou de gostar da pessoa para sempre.”
  • “Os livros são espelhos: neles só se vê o que possuímos dentro.”
  • “Quem ama de verdade ama em silêncio, com fatos, e não com palavras.”
  • “A espera é a ferrugem da alma.”
  • “É curioso como julgamos os demais e não percebemos o quão miserável é o nosso desprezo até eles nos faltarem, até serem tirados de nós. São tirados de nós porque nunca foram nossos … “

sexta-feira, 1 de junho de 2012

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Fazendo o dinheiro circular

 

Um viajante chega numa cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de R$ 100,00 e pede para ver um quarto.

Enquanto o viajante inspeciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$ 200,00 e quita a dívida.

O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de R$ 200,00.

O veterinário, com as duas notas em mãos, vai até a farmácia quitar a sua dívida que coincidentemente era de R$ 200,00.

O dono da farmácia sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, às vezes, se hospeda e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: R$ 200,00. Ele avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse momento, o viajante retorna dos quartos e diz não ser o que esperava, pega as duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou um centavo; porém, agora, toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA: NÃO QUEIRA ENTENDER ECONOMIA!

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Aula de Matemática

 

AulaDeMat

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